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Consultoria Reforma Tributária

A reforma já está dentro dos seus documentos fiscais. Em 2026 as alíquotas de CBS e IBS são de teste e, para quem cumpre as obrigações acessórias corretamente, não há recolhimento. A partir de 1º de janeiro de 2027 isso acaba: a CBS passa a ser cobrada em alíquota cheia e o PIS e a Cofins deixam de existir.

O que já está valendo

Em 2026 você não paga. Mas já é obrigado a informar.

Esta é a confusão mais comum do momento — e a que mais vai gerar multa em 2027.

“Só começa a valer em 2027”

Os campos de IBS e CBS já são exigidos nos documentos fiscais desde 3 de agosto de 2026 para NF-e, NFC-e e CT-e.

A obrigação acessória já existe

E é justamente ela que garante a dispensa de recolhimento das alíquotas-teste. Quem não informa corretamente pode perder essa dispensa.

“A rejeição foi adiada, então relaxei”

Em agosto de 2026 a rejeição automática das notas foi adiada — e muita empresa entendeu isso como prorrogação do prazo.

Adiar a rejeição não revogou a obrigação

O que caiu foi a trava do sistema. A exigência de preencher continua nas datas originais, e a autorização da nota sem os campos não afasta o dever de informá-los.

“Meu ERP se vira”

O sistema preenche o campo com o que estiver no cadastro. Se o NCM, o CST ou o CFOP estiverem errados, ele erra com precisão.

O ano de teste serve para achar esses erros

É a única janela em que um cadastro errado não custa imposto. A partir de 2027, custa.

Calendário

O que muda, e quando

2026agora

Alíquotas-teste e campos obrigatórios

CBS a 0,9% e IBS a 0,1% destacados nos documentos, sem recolhimento para quem cumpre as obrigações acessórias. Datas de exigência dos campos: NF-e, NFC-e e CT-e desde 3 de agosto de 2026; NFS-e de serviços específicos a partir de 1º de outubro de 2026; categorias especiais em 1º de dezembro de 2026; Simples Nacional e importação em 1º de janeiro de 2027.

2027a virada

CBS cheia, fim do PIS e da Cofins, Imposto Seletivo

A CBS passa a ser cobrada pela alíquota de referência fixada por resolução do Senado — estimativa oficial em torno de 8,8%. PIS e Cofins são extintos junto com seus regimes especiais e benefícios. Entra em vigor o Imposto Seletivo sobre bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. O IPI vai a zero para a maior parte dos produtos, preservando a Zona Franca de Manaus. O split payment começa em adesão voluntária.

2029a 2032

ICMS e ISS caem, IBS sobe

Redução gradual e proporcional dos tributos estaduais e municipais, com o IBS ocupando o espaço. Quatro anos de apuração dupla — o período de maior risco operacional de toda a reforma.

2033sistema novo

ICMS e ISS extintos

Restam IBS, CBS e Imposto Seletivo. O modelo passa a ser de crédito amplo e cobrança no destino.

Impacto por regime

O que a reforma faz com a sua empresa depende de onde ela está

Simples Nacional

A escolha nova de 2027

A empresa do Simples passa a ter uma decisão que não existia: continuar recolhendo tudo dentro do DAS, ou recolher IBS e CBS por fora para poder gerar crédito integral ao cliente. Quem vende para outras empresas pode ficar menos competitivo se não gerar crédito; quem vende ao consumidor final costuma não ter esse problema. A conta muda de empresa para empresa — e é uma conta, não uma opinião.

Prestadores de serviço

O grupo mais exposto

Serviço tem pouco insumo para creditar e hoje paga ISS em alíquotas geralmente baixas. Com a CBS cheia e depois o IBS, a carga tende a subir para boa parte do setor. A defesa é técnica: revisar o que pode virar crédito, reestruturar contratos e recalcular preço antes de janeiro — não depois.

Comércio e indústria

Crédito amplo, cadastro exposto

Tende a haver ganho com o crédito amplo e o fim da cumulatividade, mas ele só se realiza se o cadastro fiscal estiver correto. Cada NCM, CST e CFOP errado vira crédito perdido ou nota rejeitada. Some-se a isso o saldo de PIS/Cofins que precisa ser aproveitado antes da extinção.

O trabalho

O que entregamos no diagnóstico de reforma

01

Auditoria do cadastro fiscal

Conferência de NCM, CST, CFOP e classificação de serviços contra as regras de preenchimento de IBS e CBS. Lista de correções priorizada por risco.

02

Simulação de carga em três cenários

Sua carga hoje, sua carga com a CBS cheia em 2027 e sua carga no sistema pleno. Em reais, sobre o seu faturamento real — não sobre média de mercado.

03

Impacto em preço e margem

Quanto precisa ser repassado, quanto a margem absorve e em que ponto o preço deixa de ser competitivo. Com o cronograma de quando aplicar.

04

Créditos de PIS/Cofins a aproveitar

Levantamento do que ainda dá para recuperar antes da extinção dos dois tributos, com a estratégia de uso ou de ressarcimento.

05

Revisão de cláusulas tributárias em contratos

Contratos de longo prazo redigidos sob PIS/Cofins e ISS podem deixar o repasse indefinido. Identificamos onde ajustar antes da virada.

06

Plano de transição com datas

O que fazer em cada trimestre até 2027, quem executa e o que precisa ser configurado no sistema. Um documento, não uma reunião.

Perguntas frequentes

Reforma tributária: o que mais perguntam

Minha empresa é do Simples. A reforma me atinge?

Sim, por dois caminhos. A partir de 1º de janeiro de 2027 os campos de IBS e CBS passam a ser exigidos também para o Simples Nacional. E surge a escolha entre permanecer com o recolhimento unificado no DAS ou recolher IBS e CBS por fora para gerar crédito integral ao cliente — decisão que afeta diretamente a competitividade de quem vende para outras empresas.

Vou pagar mais imposto?

Depende do setor, da estrutura de custos e de quanto da sua operação gera crédito. Prestadores de serviço com poucos insumos tendem a ter aumento; indústria e comércio com cadeia longa tendem a se beneficiar do crédito amplo. Não dá para responder sem calcular sobre os seus números — e é exatamente isso que o diagnóstico faz.

Se a rejeição das notas foi adiada, posso esperar?

Não. O adiamento foi da trava automática do sistema, não do prazo da obrigação. A nota ser autorizada sem os campos não afasta o dever de preenchê-los, e o descumprimento coloca em risco a dispensa de recolhimento das alíquotas-teste.

Meu contador já não cuida disso?

Ele cuida da apuração e da entrega. O que costuma faltar é a camada anterior: simular o impacto sobre preço e margem, revisar cadastro item a item e decidir estratégia. São trabalhos diferentes e podem ser feitos em conjunto — inclusive atendemos escritórios contábeis nesse formato.

Quanto tempo leva?

De 15 a 30 dias úteis, conforme o volume de itens e de notas. O ideal é concluir com folga antes da virada, para ter tempo de ajustar sistema, cadastro e preço até janeiro de 2027.

Descobrir em janeiro custa caro.

Trinta minutos para entender a sua operação e dizer o que o diagnóstico encontraria no seu caso. Sem compromisso.

Quero o diagnóstico de impacto Ou fale direto no WhatsApp: (18) 98142-6264